Nossa Historia

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A história da Assembleia de Deus em Ceres é também recheada de fatos emocionantes, o que nos faz cada vez mais convictos de que em tudo Deus está presente, confirmando com sinais e prodígios. A Igreja nasceu praticamente junto com a cidade e sempre acompanhou o seu crescimento.

A origem de Ceres remonta aos fins de 1940, com a doação da área, da Mata do São Patrício, para a criação de “Colônia Agrícola”, visando a integração do Centro-Oeste e Médio-Norte ao restante do País.

Em 1941, efetivava-se, na margem esquerda do rio das Almas, gleba denominada São Patrício, a COLÔNIA AGRÍCOLA NACIONAL DE GOIÁS (CANG), cujo núcleo sede recebeu o topônimo de CERES (deusa da agricultura) decorrente do objetivo para o qual foi idealizada.

Sob a direção do engenheiro Bernardo Sayão, procedeu-se à demarcação da área, dividida em lotes (quinhões de 26 a 32 há) destinados, por doação, aos colonos, que além das terras recebiam sementes selecionadas, ferramentas, assistência médica, dentária e social, gratuitamente. Em contrapartida, deveriam conservar de 20 a 25% de matas e produzir no restante. Tinham, também, direito a uma casa tipo popular. A posse da terra ficava sob “usufruto” até que o Ministério da Agricultura outorgasse o título de propriedade definitiva. O objetivo primordial era implantar uma agricultura moderna, fixar o homem no campo, substituindo a rotatividade das terras pelas culturas.

Em 1950 Ceres contava com 2230 quinhões (lotes) e 3543 famílias de lavradores, alcançando surpreendente fluxo de progresso, com o advento da rodovia federal “Belém-Brasília”, atual BR-153, que cortava o município rumo norte, e se torna o Polo de desenvolvimento da Região do São Patrício.

No ano de 1946, o diácono Geraldo Gomes, até então morador das proximidades de Anápolis, informado da implantação da Colônia Agrícola Nacional de Goiás (CANG), visitou a região de Córrego Grande onde adquiriu uma propriedade. Ao regressar, levou boas e atraentes informações aos familiares e amigos, convencendo com isso a família do jovem recém-convertido José Pedro de Souza, que não hesitou, e mesmo sem conhecer, mas acreditando nas informações, veio já com sua mudança para a Colônia.

Inicialmente o diácono Geraldo Gomes dirigia cultos em sua própria residência, reunindo as duas famílias de crentes recém-chegadas à região. Percebendo a aceitação do evangelho por parte de várias pessoas, no dia 20 de setembro de 1947, foi então fundada a primeira Igreja Assembleia de Deus de Ceres, exatamente às margens do Córrego Grande, onde fora construído o primeiro templo feito de adobe, mas onde a glória do Senhor se manifestou de forma intensa e maravilhosa, e vários irmãos foram batizados nas águas, sendo que no primeiro a ser realizado foram batizados vinte novos crentes.

NOSSA MISSÃO

Adorar a Deus e propagar o Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo;

Soerguer espiritual, moral e socialmente o ser humano;

Instruir e incentivar os membros no sentido de cumprirem seus deveres de cidadãos e cristãos, obedecendo as leis vigentes no país e os preceitos evangélicos;

Criar e manter instituições que tenham fins espirituais, sociais, assistenciais, recreativos, missionários, cursos de treinamento, órgãos de comunicação escrita, falada e televisiva, bem como quaisquer outras que se fizerem necessárias para cumprimento da sua vocação, desde que respeitados seus princípios doutrinários;

Promover encontros, congressos, simpósios e cruzadas evangelísticas, através dos meios disponíveis de comunicação, orientando os membros e o povo em geral, mostrando o valor e a necessidade de uma vida cristã dinâmica;

Criar, fundar, administrar, custear, manter e extinguir departamentos, obras sociais, cargos e comissões, visando o bom funcionamento e expansão das suas atividades evangelísticas e sociais, cargos e comissões, visando o bom funcionamento e expansão das suas atividades evangelísticas e sociais, incentivando o envio de missionários no Brasil e exterior;

Disponibilizar publicações, serviços, obras artesanais, informações e dados produzidos através da Instituição, desde que o produto desta disponibilização seja revertido integralmente na manutenção da obra de evangelização, na expansão da obra missionária e em obras de assistência social;

Promover a união e incentivar os princípios da fraternidade cristã, visando o progresso espiritual, moral e cultural dos membros e congregados;

Superintender as atividades desenvolvidas pelos departamentos internos, obras sociais, filiais e congregações;

Zelar pela administração correta dos sacramentos; estabelecendo os ofícios e ministérios, observando as normas e demais serviços religiosos

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